Segue outra vez

por Dilvo Rodrigues

Nos bons tempos dos jornais impressos, os cronistas penavam para achar ou descobrir assuntos para construir seus textos. Não é atoa que muitos deles repetiam crônicas aparentemente esquecidas ou há muito tempo publicadas nas páginas dos periódicos. Me lembro de uma história, não me lembro dos personagens, em que um escritor ligava para um colega e dizia assim: “Fulano, você tem aquele trecho de texto ainda? Me passa aqui! E aí o fulano criava um outro texto em cima daquele fragmento do beltrano. A repetição era o salva-vidas.
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Então é Natal

por Dilvo Rodrigues

As luzes tomaram conta das ruas, das casas, dos prédios, das cidades. É Natal! Em cada esquina há um árvore decorada com luzes coloridas e bolinhas coloridas. Na porta de entrada das casas, as guirlandas. Em alguns jardins tem lá uma reninha, no outro, uma reninha e um duende. O que o duende tem a ver com o Natal? Não sei. Mas o duende e a reninha estavam em um harmonia tão boa. Bom, se tem harmonia então tem a ver com o Natal.
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