Ô Democrata, Ô Meu Amor

por Dilvo Rodrigues

“Ôooooo bicha!”, É um dos mais novos gritos de guerra da torcida do meu querido Democrata. Ele acontece quase sempre quando o goleiro adversário vai bater o tiro de meta. Confesso! Não ia ao estádio há uns dois anos. E fui com a intenção de ver um bom jogo, a vitória do time do coração e dar umas boas risadas daqueles gritos de antigamente. Felizmente vencemos, o jogo só foi mesmo bom no segundo tempo. Sobre as canções das antigas? Aí é outra história.

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O Vampiro Uruguaio

por Dilvo Rodrigues

Foi em 1986 que Bento Carneiro, o Vampiro Brasileiro, apareceu pela primeira vez na telinha. Um dos personagens mais conhecidos do saudoso Chico Anysio, ele sempre se dava mal nas tentativas de conseguir sangue. E justificava os fracassos através do fato de ser brasileiro. Claro que em 1986 eu não tava na frente da TV acompanhando a primeira aparição do primo do Drácula, mas quem sabe o Luis Suárez, jogador do Uruguai, não estivesse. Na verdade, ele nem tinha nascido na primeira aparição do dentuço brasileiro. Mas, vai que ele fique assistindo vídeos de vampiro no youtube com a mesma frequência que eu assisto filmes dos Trapalhôes.

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Parabéns Atrasado

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por Dilvo Rodrigues

Dia 12 de junho. Foi dia dos namorados. Foi dia de jogo do Brasil. Foi “O” dia do aniversário de um aninho deste humilde blog de palavras do segundo escalão. Sim, esqueci a data. Assim como o Marcelo esqueceu que jogava para o Brasil naquele dia de gol contra. Porém, nada de piti de mulher magoada. Vamos soltar balões, tocar vuvuzela e estourar rojões. É dia de felicidade! Olha que tudo começou como uma forma de espantar dor de cotovelo por ter tomado um pé na bunda da ex-namorada. Hoje, é paixão demais da conta esse meu, nosso lugar. Não troco você, Meras Crônicas, por aquela infeliz!
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Os Canelas Finas

por Dilvo Rodrigues

Na adolescência, tinha uma namoradinha bem bacana, que adorava minhas canelas de saracura. Adorava ainda mais quando eu usava boot, aquelas botinas de cano mais ou menos longo. Eu usava essas botinas com meias curtas e bermuda. Ela chegava toda apaixonada e dizia: “Ah, tá parecendo o Chaves.” O Chaves nunca foi um parâmetro fashion na minha vida. Eu adorava o seriado mexicano, assistia todo dia no SBT. Eu assistia o mesmo episódio dez vezes. Dez vezes eu gargalhava com a mesma intensidade do mesmo episódio. Eu nunca havia reparado nas canelas do Chaves até então. Descobri que eu e bolaños poderíamos ser gêmeos de canela. Eu não gostava, mas hoje até acho legal me sentir um pouco Chaves na vida. E, ele pode até esconder atras da calça jeans. Mas, Seu Madruga também tem perna de Tuiuiú.
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Sr. Sobrenatural de Almeida

por Dilvo Rodrigues

O Escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues sempre justificava os fatos inexplicáveis que aconteciam durante uma partida de futebol como sendo obra do Sobrenatural de Almeida, fantasma responsável por gols e lances “do outro mundo”, principalmente se fossem contra o Fluminense. Mas, o Sr. Sobrenatural atuou também em jogos de outros times. Recentemente representou um papel descarado na classificação do Atlético-PR na fase de pré-grupos da Libertadores da América. A atuação do fantasma foi tão indiscreta que deveria ser revista pelo Tribunal de Conduta das Almas Penadas, Fantasmas e Assombrações.
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